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:: 14 de julho, 2008 ::
É...
Na verdade, esta semana foi triste. Muito trabalho, muita aporrinhação, um campeonato violento acontecendo no Complexo Hípico de Deodoro - lá onde aconteceram as provas dos Jogos PanAmericanos. Patroa foi prá lá todos os dias, e pensei que a coisa fosse folgar aqui no escritório. Mas que nada. A patroa, mesmo longe, liga 50 vezes por dia, prá aporrinhar a paciência, rsrs. Mala!!! Some-se à isso a cirurgia de Amore, a preocupação de saber se ela está bem, se está com dor, se a alergia melhorou, se está com tosse, já que tudo dói após uma cirurgia. Tosse, espirro, respirar, rir, levantar e deitar. Sei bem como é isso. Tadinha... Mas, tirando os problemas, tá tudo bacana. Como digo sempre, tirando o que não presta o resto tá uma delícia... E vamos prá mais uma semana. Com novidades, já que Amore tira os pontos hoje. Espero que seja a primeira das muitas melhoras aqui.
:: 03 de julho, 2008 ::
Num deu
O Flu fez o que precisava. Fez os 2 gols de diferença para trazer o jogo prá prorrogação, vencendo no tempo normal (de virada) por 3x1, com 3 gols de Thiago Neves. Meteu bola na trave, pressionou, mas faltando uns 15 minutos prá terminar o jogo, parecia satisfeito com a prorrogação. A LDU (Liga Desportiva Universitária) do Equador, também. Na prorrogação, o primeiro tempo foi de um marasmo só. No segundo, piorou, com a entrada do limitado Maurício no lugar do excelente Gabriel na lateral direita. Pênaltis. Já na primeira cobrança do Fluminense, prenunciou-se a tragédia: o argentino Conca bateu e o péssimo Cevallos defendeu. A LDU já havia cobrado e feito o gol. Na segunda cobrança da LDU, o goleiro Fernando Henrique - ou FH - defendeu e deixou tudo igual. Thiago Neves cobrou o segundo do Flu e o péssimo Cevallos tb defendeu. E não adiantou o Cícero ter feito a dever de casa. A quarta cobrança do Flu, pelo Coração Valente (Washington) também foi defendida pelo péssimo Cevallos. Resultado final: Flu 1 x 3 LDU. Porque disse que o Cevallos é péssimo por 3 vezes? Porque ele simplesmente É péssimo. A questão é que pênalti é sorte, é loteria. E o péssimo Cevallos ganhou sozinho na loteria. 3 vezes. Agora, espero que nós, torcedores, nos conformemos com o resultado e continuemos apoiando o trabalho do Renato Gaúcho e dos bravos - porém azarados e 'um teco' incompetentes e inconseqüentes hoje e na quarta feira passada - jogadores. O trabalho está sendo bem feito, com planejamento, com consciência, com amor. E vamos ao Brasileirão que a coisa tá feia por aqui. Sou tricolor de coração
:: 02 de julho, 2008 ::
EU ACREDITO
Muito embora tenhamos sido derrotados em QUITO por 4x2, na semana passada, eu ainda acredito no título de Campeão da Libertadores da América pelo Fluzão hoje. Com a derrota no primeiro jogo, temos que vencer por uma diferença de 3 gols prá sermos campeões no tempo normal. Vitória por 2x0 (ou diferença de 2 gols, qualquer que seja o placar) leva o jogo prá prorrogação de 30 minutos, e depois para os pênaltis. Aqui no Rio, as taxas de ansiedade e expectativa estão nas alturas. Não houve vida dentro de algum tipo de normalidade hoje prá cidadão nenhum do Rio. Muito menos prá Nação tricolor. O momento é mágico, de verdade. pela primeira vez na história, o título continental será decidido no Rio de Janeiro. Além de mágico, o momento é único, decisivo, tenso. Muito tenso. Apesar disso, fico à procura de sinais que justifiquem e expliquem a confiança do torcedor. Tudo, pro Fluminense, sempre foi muito difícil, a verdade é essa. Talvez esta seja uma das razões da confiança. A história do Fluminense dá ao torcedor tricolor bons motivos para acreditar no título, hoje. Campeonatos recentes — e outros nem tantos — foram conquistados quando tudo já parecia perdido e a faixa de campeão estava distante das Laranjeiras. Em 1995, o jogo estava em 2 a 2 e o empate dava o título ao Fla, até que Renato Gaúcho, com a barriga, desviou para o gol uma bola chutada por Aílton. Muitos tricolores já haviam deixado o Maracanã e não viram o gol da vitória, aos 42 minutos do segundo tempo. Em 2005, uma história parecida. A vitória de 2 a 1 sobre o Volta Redonda levava o jogo para a prorrogação. Até que, no último minuto, o goleiro Lugão saiu mal e o zagueiro Antônio Carlos acertou uma cabeçada espírita para o gol vazio, dando ao Flu seu 30º título estadual. Até a Máquina Tricolor dos anos 70 sofreu para conquistar o bicampeonato, em 1976. O gol da vitória sobre o Vasco saiu somente aos 29 minutos do segundo tempo da prorrogação. Doval, de cabeça, fez 1 a 0 e garantiu a conquista naquele ano. Cinco anos antes, em 71, o título foi polêmico e chorado. O gol de Lula saiu aos 43 do segundo tempo, na vitória por 1 a 0 sobre o Botafogo. Mas os alvinegros choram até hoje um empurrão de Marco Antônio no goleiro Ubirajara. Ou seja: não faltam exemplos de superação nas finais. Na Libertadores mesmo, há pouco mais de 30 dias, exemplos de viradas desse Fluminense de hoje contra o São Paulo, que vencedor em SP, podia empatar em qualquer placar aqui no Rio, ou perder por 1 gol de diferença. Diferença de 2 dava a vaga nas quartas de final ao verdadeiro tricolor do Brasil. Vitória do Fluminense por 3x1 com um gol do Coração Valente aos 47 minutos do 2º tempo. Uma semana depois, empate em Buenos Aires por 2x2 e no jogo de volta o Boca Junior sai na frente no Maracanã. Nova vitória por 3x1 para o Flu. De virada é mais gostoso? O cacête! Sofri muito!!! Coinscidências ou não, o Fluminense, em seus jogos mais difíceis, conseguiu o placar de 2 gols de diferença jogando no Maracanã. Exatamente o placar que precisa para igualar o jogo e levar a disputa para a prorrogação. Aí a estória é outra. E aí, fio, eu sou mais o FLUZÃO... |
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